Michael Jackson é o artista que mais fatura após a morte pelo quinto ano consecutivo


Última atualização em 01/11/2017 às 08h51, por Trajano Neto

Michael Jackson continua sendo a celebridade que mais fatura mesmo após a morte. O rei do pop, morto em 2009, lidera pela quinta vez consecutiva a lista da Forbes, que elencou as celebridades póstumas que mais arrecadam dinheiro.

O pai de Paris Jackson fez 75 milhões de dólares no último ano, aproximadamente 244 milhões de reais, fortuna originada de diversas fontes: um novo álbum de greatest hits, um espetáculo do Cirque du Soleil em Las Vegas e uma parte das ações da gravadora EMI.

Outros dois músicos estão entre os top 5 da lista da publicação norte-americana: Elvis Presley em quarto lugar com 35 milhões de dólares, aproximadamente 115 milhões de reais, e Bob Marley em quinto, com 23 milhões de dólares, mais de 75 milhões de reais. Em segundo lugar na lista ficou o jogador de golfe Arnold Palmer e, em terceiro, o criador do Peanuts, Charles Schulz.


Tom Petty, Prince, John Lennon e David Bowie, também grandes nomes das músicas, estão dentre as 13 celebridades que mais arrecadaram. Confira a lista completa:


Michael Jackson, músico - 75 milhões de dólares ( 244 milhões de reais)
Arnold Palmer, atleta - 40 milhões de dólares (130 milhões de reais)
Charles Schulz, cartunista - 38 milhões de dólares (124 milhões de reais)
Elvis Presley, músico - 35 milhões de dólares (115 milhões de reais)
Bob Marley, músico - 23 milhões de dólares (75 milhões de reais)
Tom Petty, músico - 20 milhões de dólares (65 milhões de reais)
Prince, músico - 18 milhões de dólares (59 milhões de reais)
Dr. Seuss, autor - 16 milhões de dólares (52 milhões de reais)
John Lennon, músico - 12 milhões de dólares (39 milhões de reais)
Albert Einstein, cientista, 10 milhões de dólares (32 milhões de reais)
David Bowie, músico e ator 9, 5 milhões de dólares (31 milhões de reais)
Elizabeth Taylor, atriz - 8 milhões de dólares (26 milhões de reais)
Bettie Paige, modelo - 7,5 milhões de dólares (24 milhões de reais)

Fonte: Diário do Grande ABC