Cachorro morre ao ser transportado em bagageiro de ônibus, na PB


Última atualização em 24/12/2018 às 08h57, por Junior

Um cachorro morreu na manhã deste domingo (23), após ser transportado durante uma viagem de 440 km entre a cidade de Sousa, no Sertão paraibano, e João Pessoa, no bagageiro de um ônibus de viagem da empresa Expresso Guanabara. Segundo informações da prorietária do animal, o motorista do veículo não permitiu que o cão fosse transportado no interior do ônibus.

O ônibus saiu de Sousa às 23h e chegou em João Pessoa às 6h. Maria do Socorro, proprietária do animal, informou que ao ser impedida de levar o cachorro na parte superior do ônibus, teria tentado comprar uma passagem a mais, mas também foi impedida. Segundo ela, os funcionários da empresa disseram que o cão teria que ser transportado no bagageiro do veículo, junto com as malas dos demais passageiros.

Em nota, a Guanabara informou que, em 26 anos de história, nunca registrou nenhuma morte de animais em seus ônibus, mesmo transportando animais domésticos diariamente, tanto no interior do veículo quanto no bagageiro, desde que atendidos os requisitos necessários.

"Em relação ao caso relatado em vídeo que circula nas redes sociais, a Guanabara está apurando a ocorrência visto que o transporte no bagageiro não representa qualquer risco para o animal. Por fim, a Guanabara ressalta o seu compromisso com a prestação de um serviço com responsabilidade, ética e transparência", diz.

O cão, que se chamava Totty, era da raça buldogue francês, tinha doze meses de idade e estava na maleta de transporte adequada para animais. Maria do Socorro contou que durante a viagem pediu pra observar o estado do animal algumas vezes, e que na parada de Campina Grande, notou que o cachorro já estava estranho.

Ao chegar em João Pessoa, o animal já estava sem vida. A família levou o cão para uma clínica veterinária para atestar a causa da morte. O laudo veterinário informa que o paciente "não apresenta trauma em nenhuma região. Ausência de batimentos cardíacos e respiratórios". Um boletim de ocorrência foi registrado pela família para que a a Polícia Civil investigue o caso.

 

com G1

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