Governo diz que intervenção em hospitais tem caráter preventivo


Última atualização em 25/01/2019 às 10h08, por Junior

O Governo do Estado divulgou nota nesta sexta-feira (25) justificando intervenção no gerenciamento, operacionalização e oferta de ações e serviços em alguns hospitais geridos por organizações sociais. O Estado afirma que a medida tem caráter preventivo e deve ‘afastar qualquer sinal de comprometimento na manutenção da qualidade dos serviços prestados’.

Ainda de acordo com a nota, o decreto irá assegurar que as organizações sociais cumpram as obrigações assumidas em contrato.  Sendo assim, o Governo irá averiguar eventuais inconsistências e inconformidades no gerenciamento das unidades.

Foi nesta sexta (25) que o governador João Azevêdo (PSB) determinou a intervenção por parte do Governo nos Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa Senador Humberto Lucena, no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e no Hospital Geral de Mamanguape.

Caso seja encontrado irregularidades, o documento afirma que será adotado procedimentos cabíveis para sanar eventuais falhas e, sendo necessário, apontar responsabilidades devidas.

O Governo garante que a intervenção não vai afetar o cronograma, nem a oferta dos serviços durante o período de intervenção, que será de 90 dias.

Confira nota na íntegra

Foi com o objetivo de afastar qualquer sinal de comprometimento na manutenção da qualidade dos serviços prestados à população pelo Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires e Hospital Geral de Mamanguape, e assegurar o restrito cumprimento das obrigações assumidas em contrato por parte das organizações sociais que o Governo do Estado fez publicar no Diário Oficial desta sexta-feira, 25, o Decreto de número 38952/2019, determinando a intervenção no gerenciamento e administração das unidades hospitalares citadas.

A medida vai permitir que o Governo do Estado averigue eventuais inconsistências e inconformidades contratuais no gerenciamento dos três hospitais. E, em tempo determinado, definir e adotar procedimentos cabíveis para sanar eventuais falhas e, sendo necessário, apontar responsabilidades devidas.

Ela vem somar-se a um conjunto de procedimentos tomados ao longo de toda gestão no sentido de preservar a regularidade, economicidade e qualidade dos serviços prestados. Entre os procedimentos, a criação, na gestão anterior, da Superintendência de Coordenação e Supervisão de Contratos de Gestão para acompanhar diretamente o cumprimento e a execução dos serviços pactuados.

É preciso deixar claro que:

1 – A intervenção é uma iniciativa institucional preventiva adotada pelo Poder Executivo inspirada no inequívoco zelo pela coisa pública e garantia da manutenção da qualidade dos serviços prestados à população;

2 – O Governo garante a continuidade e regularidade dos serviços durante o período em que as referidas unidades hospitalares estiverem sob intervenção, sem prejuízo para o cronograma de procedimentos já agendados; 

Por fim, o Governo reafirma sua crença no modelo de gestão pactuada, comprovadamente capaz de alcançar, na Paraíba, os melhores resultados na qualidade dos serviços oferecidos, confirmados por certificados de atendimento padrão concedidos pela Organização Nacional de Acreditação. Sendo, portanto, uma das grandes alternativas para aprimorar o Sistema Único de Saúde no Brasil. Como é o caso, por exemplo, do Hospital de Trauma em João Pessoa, que possui 330 leitos e realiza mais de duas mil cirurgias por mês, e recebeu Certificado de Acreditação Plena, Nível II, pela ONA.

 

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