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Quatro municípios do Cariri têm risco para surto de dengue e zika


Última atualização em 01/05/2019 12:39, por Jr Queiroz

Na Paraíba, 46 municípios estão em risco de surto para doenças de dengue, zika e chikungunya. O Levantamento Rápido de índices de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa) mostrou alto índice de infestação nas cidades.

A mesma pesquisa revela que 52 cidades do estado têm situação satisfatória, incluindo João Pessoa, que é uma das cinco capitais do Brasil com o melhor índice. Ainda na Paraíba, 125 municípios estão em alerta sobre o risco.

De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema de vigilância dos estados e dos municípios deve aumentar os esforços para combater o mosquito. Os dados foram coletados no período de janeiro a março deste ano.

A metodologia da pesquisa identifica onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros predominantes. Segundo o Ministério de Saúde, os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya, em especial nas cidades em risco e em alerta.

Os municípios paraibanos classificados como em situação de risco são os de Água Branca, Alagoa Nova, Arara, Aroeiras, Assunção, Barra de Santa Rosa, Belém, Belém do Brejo do Cruz, Brejo do Cruz, Caaporã, Cacimba de Dentro, Caiçara, Caldas Brandão, Conceição, Fagundes, Igaracy, Imaculada, Itabaiana, Ingá, Itatuba, Juarez Távora, Lagoa, Malta, Marizópolis, Matureia, Mogeiro, Mulungu, Nazarezinho, Patos, Pedra Branca, Pedras de Fogo, Piancó, Picuí, Pirpirituba, Prata, Princesa Isabel, Santa Cruz, Santa Luzia, São João do Tigre, São João de Caiana, São José de Brejo do Cruz, Serra Grande, Solânea, Sousa e Taperoá.

“O resultado do LIRAa confirma o aumento da incidência de casos de dengue em todo o país que subiu 339,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses resultados indicam que é preciso fortalecer ainda mais as ações de combate ao mosquito transmissor, com a participação da população e de todos os gestores locais e federal”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber.

Com Mais PB