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Energisa confirma que já está cumprindo resolução da Aneel de não cortar fornecimento de energia durante os próximos 90 dias


Última atualização em 02/04/2020 10:35, por Rebeca Andrade

A Energisa informou por meio de uma nota nesta quarta-feira (1º), que já está cumprindo a resolução da Aneel de não realizar cortes em consumidores residenciais e de serviços essenciais durante os próximos 90 dias, na Paraíba. A empresa informa que os clientes já cortados são aqueles com contas vencidas há, no mínimo, 45 dias, bem antes da pandemia do Coronavírus.

Ainda segundo a empresa, estes clientes que tiveram a energia suspensa, antes da crise, terão a religação priorizada, assim que regularizarem os débitos, pelo telefone ou site da empresa.

A Energisa alerta que a resolução da Aneel assegura que o faturamento deve continuar normalmente e que o texto não esclarece que a suspensão do corte não isenta os consumidores do pagamento, mas sim de garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica neste momento de calamidade pública aos que não tiverem condições de se manter adimplentes.

Confira a nota na íntegra

NOTA

A Energisa Paraíba informa que não comenta decisões judiciais em curso.

A empresa está cumprindo todas as obrigações estipuladas pela Resolução da ANEEL, inclusive a de não realizar cortes em consumidores residenciais e de serviços essenciais durante os próximos 90 dias.

É importante esclarecer que os clientes já cortados são aqueles com contas vencidas há, no mínimo, 45 dias, ou seja, bem antes do início da crise. A decisão da Aneel é pela suspensão de novos cortes no período de vigência da Resolução.

Clientes já suspensos terão a religação priorizada. Para isso, devem regularizar os débitos pelo 0800 083 01960, site, aplicativo Energisa ON ou pelo WhatsApp 83 99135 5540 .Para estes casos, a Energisa está oferecendo condições especiais de parcelamento e negociação de débitos.

A Resolução da ANEEL assegura que o faturamento deve continuar normalmente. O texto esclarece que a suspensão do corte não isenta os consumidores do pagamento, mas sim de garantir a continuidade do fornecimento de energia elétrica neste momento de calamidade pública aos que não tiverem condições de se manter adimplentes.

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