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Secretário de Saúde de Campina Grande desmente chegada da vacina contra a Covid-19


Última atualização em 02/12/2020 10:14, por Rebeca Andrade

O secretário de Saúde de Campina Grande, Filipe Reul, desmentiu um boato de que a cidade já teria vacina contra a Covid-19. A informação dessa suposta vacina começou a circular no município nos últimos dias. Esclarecendo o assunto, o gestor pontuou, em entrevista concedida à rádio Caturité FM, nesta terça-feira, 01, que o que está acontecendo, na verdade, é uma estruturação das unidades de saúde para atender as pessoas quando a vacina chegar.

Felipe disse que algumas unidades, que tem a sala de vacinação, não estavam equipadas adequadamente, faltando geladeiras e ar-condicionado.

– A gente fez a aquisição desses equipamentos, estamos começando a distribuir para as unidades que estavam faltando, para quando a vacina for distribuída pelo Ministério da Saúde e o Governo do Estado, tivesse uma estrutura pronta, para ter o maior número possível de pontos de vacinação na cidade – esclareceu.

Por fim, o titular da saúde disse que a medida foi apenas uma preparação, para quando a vacinar chegar, ter um estrutura pronta. “Isso é o que vem ocorrendo, é o nosso planejamento e preparação prévia, para que o município de Campina Grande esteja pronto, assim que o Ministério da Saúde disponibilizar a vacina contra a Covid”, ressaltou.

PREVISÃO DE CHEGADA

Felipe ainda anunciou que ainda não há nenhuma novidade sobre a chegada da vacina, mas que as informações que vem recebendo do Ministério da Saúde, caso a vacina seja aprovada pelos orgãos de saúde, a previsão é que a distribuição comece a ser feita na segunda quinzena do mês de Dezembro.

“Mas isso são apenas previsões por parte do Ministério, não existe nada certo ainda, porque ainda está aguardando o registro das vacinas junto a Anvisa”, pontuou o secretário.

SEM LOCKDOWN

Ainda na entrevista, o secretário de saúde descartou toda e qualquer possibilidade de ter lockdown na cidade. “De forma alguma, os casos de Campina Grande estão estabilizados”, completou. Felipe diz que a procura pelos atendimentos iniciais no Hospital Pedro I aumentaram, mas não na mesma quantidade do início da pandemia.

Segundo o secretário, a taxa de ocupação dos leitos de UTI no Pedro I é de 29%, número baixo, se considerar a taxa de outras cidades do porte de Campina Grande.

Com Portal Se Liga PB