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Após cortes de recursos do MEC, UFPB corta ar-condicionado e terceirizados para reduzir gastos


Última atualização em 05/09/2019 15:12, por Jr

A grave crise que atinge as universidades federais, com o bloqueio de recursos do Ministério da Educação (MEC), começou a afetar serviços essenciais da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

Um ofício assinado pela pela reitora Margareth Diniz suspende o uso de ar-condicionado nos campi de João Pessoa, Areia, Bananeiras e Litoral Norte.

“Não serão atingidos por esta medida os locais onde o uso dos aparelhos seja imprescindível, como laboratórios de pesquisa, espaços onde funcionam equipamentos que demandam refrigeração ou salas de aulas sem janelas, onde não há circulação e ar”, esclarece a nota.

A UFPB ainda apela para que a comunidade acadêmica economize o uso da iluminação nas salas de aula. “Salientamos a importância da colaboração de todos para a redução do consumo de energia elétrica e orientamos manter a temperatura de aparelhos de ar-condicionado em 23º C, quando houver necessidade de uso, com atenção especial em horários de pico, como a partir das 17h, dentro outras orientações já tão amplamente divulgadas em campanhas anteriores”, destaca o texto.

Diniz explicou que a medida faz parte realmente do momento de dificuldade, com o contingenciamento de 30% dos seus recursos, o que corresponde a quase R$ 50 milhões. Serviços como limpeza, manutenção e portaria também foram afetados pela instituição em 20% .

“Estamos fazendo esse apelo, para nesse momento de dificuldade, a gente economizar a energia. Só de energia por mês pagamos R$ 1 milhão. Se cada fizer um pouco sua parte, desligando ventiladores, ar-condicionado, luzes, pode diminuir um pouco. Além disso, estamos fazendo cortes na terceirização, com exceção na segurança, para adequar ao orçamento”, disse.

Na semana passada, o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Arnaldo Barbosa, garantiu que os recursos contingenciados pelo órgão deverão ser liberados paulatinamente, mas só a partir do fim deste mês. A UFPB é responsável por acolher quase 35 mil estudantes e é considerada ‘Top 11’ na América do Sul em qualidade e impacto de produção científica.

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